Atelier: Líquenes à Moda do Norte

Os Líquenes à  Moda do Norte estiveram no Laboratório da Paisagem, onde um grupo de três dezenas se deixou contagiar pela forma vibrante e apaixonada como a sua promotora Joana Marques nos deu a conhecer um pouco do mundo desses seres.

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Para mais informações sobre o projeto:

Motivação
As florestas de chuva de climas temperados são um tipo relativamente raro de floresta ocupando cerca de 1% da superfície terrestre e em forte regressão em todo o mundo, com importantes áreas de distribuição no Reino Unido e Escandinávia, e manchas residuais no NO de França e N da Peninsula Ibérica. Estas florestas são normalmente ricas em líquenes raros, cuja ocorrência e distribuição em Portugal é ainda praticamente desconhecida. Para acelerar o processo de recolha desta informação, é necessário reunir o esforço de liquenólogos e “cidadãos cientistas” (alunos, professores, técnicos de autarquias e áreas protegidas, e público em geral), devidamente formados no reconhecimento das espécies alvo, com vista à publicação conjunta em revistas da especialidade e à participação nas VI Jornadas da Sociedade Espanhola de Liquenologia a decorrer em Setembro de 2014 no Parque Nacional da Peneda-Gerês. Uma vez reunidos, estes dados deverão constituir uma importante contribuição para a elaboração da primeira Lista Vermelha dos Líquenes da Península Ibérica.

Exposição “Aves que nos observam”

Exposição de fotos de algumas das aves que podem ser avistadas no concelho de Guimarães. As fotos são em formato A3, são acompanhadas de um pequeno texto e estão disponíveis para empréstimo às escolas ou instituições que manifestem interesse.

Fotos e textos de Manuela Marques e Rui Osório.

Clicar nas imagens para ver apresentação com texto descritivo

Rolamento e abate de árvores na Lapinha

No inicio deste ano fomos alertados por um associado, para a “barbárie” que a Irmandade da Lapinha cometeu nos terrenos circundantes da sua igreja. O que lá se passou é sem dúvida um crime ambiental incompreensível. Mais de meia centena de árvores de várias espécies e idades foram severamente mutiladas ou decepadas.

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Estas mutilações (numa escala menos grave) repetem-se um pouco por todo o concelho, o que nos leva a questionar:

  1. Com que critérios se fazem esses rolamentos a que chamam podas?
  2. Que formação técnica tem quem as realiza?
  3. Algum técnico com formação acompanha essas ações?

Questões que serão colocadas oportunamente a quem de direito.

Vejam o exemplo no local onde a pedagogia devia imperar

Horta pedagógica

Para que se compreenda o que está em causa, partilhamos um pequeno excerto do programa Biosfera sobre a gestão de árvores em meio urbano.

Biosfera gestão de árvores em meio urbano from Farol de Ideias on Vimeo.

Dia Mundial das Zonas Húmidas

Celebra-se hoje, dia 2 de fevereiro, o Dia Mundial das Zonas Húmidas.

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Segundo a definição da Convenção de Ramsar, Zonas Húmidas são “áreas de sapal, paul, turfeira, ou água, sejam naturais ou artificiais, permanentes ou temporários, com água que está estagnada ou corrente, doce, salobra ou salgada, incluindo águas marinhas cuja profundidade na maré baixa não exceda seis metros”.

Link para mais informações e material didático

Em Guimarães, o que temos de mais parecido com uma Zona Húmida é a Veiga de Creixomil, onde parte da sua área permanece inundada por largos períodos, sendo local de abrigo e alimentação para algumas aves migratórias.

Um local com grande valor ambiental, que devemos preservar, sendo merecedor de uma atenção especial da autarquia e duma visita atenta dos vimaranenses.

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No entanto existem problemas para resolver:

Uma parte da “humidade” do local provém do sistema de saneamento, conforme se pode comprovar pelo cheiro e aspeto da água.

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Só de galochas, ou a fazer equilibrismo nos muros se consegue percorrer o caminho real.

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