A 1 de janeiro de 2014 entra em vigor o novo Código da Estrada e com ele uma nova zona na via pública: a Zona de Coexistência.
O limite de velocidade nessas zonas é de 20 Kms/hora, e o peão é quem tem prioridade.
A zona intramuros do centro histórico de Guimarães, pelas suas características, deveria ser uma Zona de Coexistência a implementar pela Câmara Municipal. Ficamos a aguardar.
Sementes de Liberdade conta a história das sementes desde as suas raízes no coração de sistemas agrícolas tradicionais, ricos em diversidade em todo o mundo, até à sua transformação em um matéria prima poderosa, usada para monopolizar o sistema alimentar global. O filme destaca a forma como o sistema de agricultura industrial e sementes geneticamente modificadas, em particular, têm tido um impacto enorme na agrobiodiversidade evoluída por agricultores e comunidades em todo o mundo, desde o início da agricultura. Sementes de Liberdade visa contestar o dogma promovido pelo grupo pró-GM, de que a agricultura em escala industrial é o único meio pelo qual podemos alimentar o mundo. Ao seguir a história da semente, torna-se claro como a agenda das empresas levou à aquisição das sementes a fim de obter grandes lucros e controle sobre o sistema alimentar global.
É parte de um movimento norte-americano crescente que reanalisa o papel da alimentação numa sociedade que desperdiça 1/2 de tudo o que ela produz. Este é um apelo à ação. Nós inspiramos, despertamos, desafiamos, educamos e capacitamos os indivíduos a reduzir o desperdício em casa, trabalho, escola… Fazemos pressão para que supermercados, hotéis, restaurantes e empresas poupem mais e desperdicem menos.
O documentário “Food, Inc.” retrata os perigos e as transformações operadas na indústria alimentícia norte-americana, os seus efeitos prejudiciais para a saúde pública, o meio ambiente e os direitos dos trabalhadores e dos animais. “Food, Inc.” explora o argumento de que os alimentos não vêm de quintas simpáticas, mas de fábricas industriais cuja prioridade é o lucro e não a saúde humana.
Filme premiado que estreia em Portugal a 10 de outubro e que 3 dias depois fará parte das “Ecorâmicas à Mesa”.
De há três anos a esta parte as abelhas andam a morrer em todo o mundo. Embora as causas ainda continuem a ser um mistério, uma coisa é clara: está em causa algo mais do que a simples morte de uns quantos insetos e bem mais do que apenas uma questão de mel. Em busca de respostas, o filme embarca numa viagem para encontrar as pessoas cujas vidas dependem das abelhas: de um apicultor suíço que vive nos Alpes até aos gigantescos pomares de amendoeiras na Califórnia, passando por um investigador do cérebro das abelhas em Berlim, uma comerciante de pólen na China e as abelhas assassinas do deserto do Arizona. Todos referem o desaparecimento das abelhas. O filme fala-nos das suas vidas. E das nossas.
As multinacionais do café dominam os nossos centros comerciais e supermercados e comandam uma indústria avaliada em mais de 80 mil milhões de dólares, fazendo deste produto a mercadoria comercial mais valiosa do mundo a seguir ao petróleo. Nós, consumidores, pagamos bem os nossos galões e cappuccinos, mas, os cultivadores de café, continuam a receber tão pouco deste valor que muitos se vêem forçados a abandonar os seus campos.
O mês de outubro será marcado pelas “ECORÂMICAS À MESA“.
Organizado em parceria com a Cooperativa Cor de Tangerina e com a Fraterna, é o evento do ano para a AVE, pelo que apelamos a todos os sócios e amigos que compareçam e se empenhem na sua divulgação.
Decorrerá entre 11 a 13 de outubro nas instalações da Fraterna, e do programa consta uma mostra de cinema documental dedicada à alimentação e à produção alimentar, uma feira de produtos da terra, com oficinas de culinária e degustação. O programa detalhado será divulgado em breve.
Vamos necessitar de alguns voluntários para participar/divulgar o evento, pelo que solicitamos a quem tiver interesse e disponibilidade o favor de enviar mail para ave.ecologia@gmail.com.
“Segredos da Horta é um projeto que tem por finalidade a divulgação da “Alimentação Vegetariana Natural” nas suas diversas vertentes: nutricional, prática e filosófica. Desenvolve-se, principalmente, pela realização de “Oficinas” de Formação em Alimentação Vegetariana, assim como Cursos e Sessões Práticas. O projeto realiza e dinamiza também iniciativas e atividades como por exemplo Palestras, Almoços e Jantares Vegetarianos, Pic-Nics e Encontros, entre outros, com o principal objetivo de dar a conhecer e levar a experimentar a Alimentação Vegetariana Natural.”
Esta rúbrica pretende relatar factos, noticias e curiosidades de outros tempos relacionados com o ambiente no concelho de Guimarães. LINK PARA O ARTIGO.
Esta rúbrica pretende relatar factos, noticias e curiosidades de outros tempos, relacionados com o ambiente no concelho de Guimarães.
« No mundo das aves.
M. J. Roux ocupou-se em La Revue do que ele chamou “Os mestiers e profissões das aves”. Os seres alados – diz o autor- teem pedreiros que sabem levantar muros, cimentar com calhaus e tapar com argamassa. São assim o gavião, a picancilha, a andorinha, a narceja. Teem carpinteiros: o picanço, o torcicola, o picanço verde, que trabalham a madeira por dentro, de tal maneira que uma árvore fica parecendo uma imensa planta.
Há jardineiros, exemplo: o pavoncino, que não tem egual na limpeza dos carreiros dos jardins. Há os boemios, vagabundos e pilhadores, como os bico-crusados a quem Cornish chama os ciganos do mundo ornitológico. Encontram-se também polícias. Facto estranho, esses guardas da paz recrutam-se geralmente nas espécies mais fracas.
O papa moscas, não contente de assinalar por gritos a aproximação do perigo, não duvida em atacar o gavião, a águia e outras mais fortes do que ele. Inspira-lhes receio suficiente para os por em fuga, desde que o descobrem empoleirado numa árvore ou pousado sobre um fio telegráfico, que é o posto de observação seu favorito.
O tordo amedronta até o corvo e o falcão, mas não tranquilisa completamente aqueles que protege, pois de polícia passa algumas vezes a rapinante. Essas aves-polícias só devem o prestigio ao seu poder de resolução.
Um só, da espécie de tordo, basta para conter em respeito um bando de pardais prestes a lançar-se sobre um campo ou a afastar o milhafre que já volteava sobre a capoeira.
Belo exemplo do que pode a defeza da ordem da propriedade.»
In, “O comércio de Guimarães”, 14 de julho de 1939, por J. Fontana da Silveira.
A AVE aderiu mais uma vez ao Park(ing) Day, movimento mundial que visa transformar, por um dia, um lugar de estacionamento num espaço para as pessoas, promovendo a reflecção sobre a ocupação do espaço público.