O PERIGO NUCLEAR

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26 de abril de 1986.  Aqui em Portugal, tal como no resto do mundo, só tivemos a confirmação do acidente semanas depois…

A informação, tal como a radiação libertada pelo reator 4 da central de Chernobyl, era invisível e só quando, para espanto do mundo, Gorbachev anunciou  que a “energia nuclear estava fora de controlo”, nos apercebemos que não era necessária uma guerra, para que a Europa ficasse contaminada pela radiação nuclear.

Porque a radiação não respeita nem fronteiras, nem planos de prevenção,  o blogue deste mês de Abril  é dedicado ao perigo nuclear.

Todos os meses, o nosso blogue irá dedicar-se a outros temas cuja atualidade mereça discussão e reflexão.

Dia da árvore – que sejam todos os dias

Apollo and Daphne
Apolo e Dafne, Piero del Pollaiolo, óleo sobre madeira, c. 1470-80, The National Gallery

“Mal acabara a sua súplica, quando um pesado torpor invade os seus membros;
Uma delgada cortiça cinge o seu delicado peito;
Os cabelos crescem como folhas, os braços como ramos,
Os seus pés até há pouco tão velozes aderem por raízes preguiçosas;
Em lugar do rosto tem uma copa; apenas a beleza permanece nela.”

Ovídio, Metamorfoses, vv. 548-552

AVE presente nas Jornadas da ASPEA

comunicacaoDe 23 a 25 de Março a ASPEA – Associação Portuguesa de Educação Ambiental – irá promover, no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, as XXIII Jornadas Pedagógicas de Educação Ambiental, subordinadas ao tema “Ecocidadania”.
A escolha da cidade de Guimarães para acolher este evento está relacionada com a sua candidatura “Capital Verde da Europa” e o contributo da AVE será dado através de uma comunicação, no dia 24 de Março, pelas 16H00, sobre o papel das “Ecorâmicas” (mostra de cinema documental) como ferramenta de educação ambiental. Com efeito, esta mostra de cinema, iniciada em 2013, já envolveu, ao longo dos anos, a participação de algumas centenas de alunos de diversas escolas da região. É sobre essa experiência que a AVE irá estar presente no painel das ONGA’s e , assim, partilhar o seu contributo na educação ambiental, em contexto local.
Paralelamente às Jornadas, irá decorrer IV Encontro Nacional de Monitores do Projeto Rios, projeto do qual a AVE já faz parte desde 2015, com a “adoção” de um trajeto do rio Ave, e ainda um Curso de Formação para professores “Educação Ambiental para a Sustentabilidade: Aprender Fora de Portas”.
As Jornadas Pedagógias da ASPEA são destinadas essencialmente aos professores, mas também a educadores ambientais, estudantes. técnicos de ONG, autarquias, investigadores e público em geral.
As Jornadas irão contar com a presença de especialistas e convidados nacionais e internacionais do espaço Lusófono e da Galiza.
Quem quiser participar é só aceder ao site https://jornadaseaaspea201.wixsite.com/jornadaseaaspea2017

Trilho de São Bento de Vizela

A próxima caminhada da AVE, a primeira da nova direção eleita na Assembleia Geral do passado dia 24 de fevereiro, é aqui ao lado, no concelho vizinho de Vizela. Propomos uma adaptação do percurso do Trilho de São Bento, um trajeto que combina zonas mais planas, junto às margens do rio Vizela, e zonas de maior declive, na ligação ao templo-miradouro de São Bento. A atividade está agendada para 26 de março (domingo).

Adira ao evento da caminhada no Facebook e fique a par de todas as informações até à data do evento.

Não é necessária inscrição na caminhada. Basta aparecer!

Trilho de São Bento

Este percurso tem início no Parque das Termas, na zona ribeirinha, junto ao Campo Municipal de Mini-Golfe – Fonseca e Castro. É um itinerário montanhoso, cheio de património religioso, cultural e natural, repleto de paisagens sobre a cidade de Vizela e freguesias circundantes.

O Parque das Termas é considerado o “pulmão” da cidade de Vizela, sendo um amplo e magnífico espaço natural. O Parque foi construído entre 1885 e 1886, tendo sido delineado e plantado pelo floricultor e horticultor José Marques Loureiro. Neste espaço, de vasta vegetação, encontram-se algumas árvores centenárias.

Após percorrer algumas centenas de metros ao longo do rio Vizela, o percurso torna-se mais montanhoso, percorrendo um trilho até ao Santuário de São Bento das Pêras. No cimo do monte, a uma altitude de 454 metros, através do seu miradouro observa-se um dos mais belos panoramas de todo o concelho de Vizela.

Logística

Pretendemos iniciar a caminhada às 9h30. Estimando uma viagem com duração de 20 minutos a partir de Guimarães, o ponto de encontro terá lugar junto à entrada do campus da Universidade do Minho, em Azurém, às 8h50. Recomendamos a partilha de automóvel, para diminuirmos a pegada ecológica desta atividade. O melhor local para estacionar em Vizela é no parque acima do campo de mini-golfe, cuja entrada é comum à da discoteca Maquias, na Rua de Frades (ver no Google Maps).

Durante a caminhada, faremos um pique-nique no parque de merendas de São Bento, mais ou menos ao km 7. Cada participante deverá levar o seu próprio farnel. Caso esteja a chover à hora do almoço, a Confraria de São Bento disponibilizará um espaço abrigado da chuva. Junto ao parque de merendas, poderão encontrar sanitários.

Ficha técnica

  • Distância: 11 km
  • Dificuldade: média, com desnível acentuado em alguns segmentos da ascensão a São Bento.
  • Duração estimada: 6 a 7 horas
  • Apoios: Confraria de São Bento e Município de Vizela

Aperitivo visual

Nas encostas do Marão: Covelo do Monte

Após um (demasiado) longo interregno, as caminhadas da AVE estão de volta! Propomos, como primeiro objetivo pedestre de 2017, a Serra do Marão, mais precisamente um percurso à volta da aldeia serrana de Covelo do Monte, em Amarante. A atividade está agendada para 12 de fevereiro (domingo).

Faça já a sua inscrição na caminhada!

Covelo do Monte

Covelo do Monte é uma pequena aldeia encostada à vertente norte do Marão, a pouco mais de 600m de altitude, com características típicas de povoamentos de montanha: construções em xisto mescladas com habitações mais recentes, arruamentos muito estreitos, e uma economia assente no pastoreio e na agricultura de subsistência.

O percurso que vos propomos tem cerca de 9 km e dar-vos-á a conhecer diversos aspetos da envolvência natural e edificada de Covelo do Monte: as encostas ventosas e quase despidas de vegetação, com vistas de longo alcance para o Alvão, Cabreira, Serras de Fafe e Gerês; as manchas de floresta abrigadas da aspereza do Marão; os riachos que escorrem para o Tâmega; as calçadas de xisto já muito desgastadas e desconjuntadas; e os campos que ainda resistem ao abandono.

Logística

Pretendemos iniciar a caminhada às 10h00. Estimando uma viagem com duração de 60 minutos a partir de Guimarães, o ponto de encontro terá lugar junto à entrada do campus da Universidade do Minho, em Azurém, às 8h30. Sugerimos duas alternativas de trajeto automóvel: via A11+A4 ou via N101+N15. Em ambos os casos, os automobilistas deverão posteriormente seguir via IP4 e sair em Aboadela. Haverá novo ponto de encontro após a saída, na rotunda de acesso a Aboadela (41º16’43.9”N, 7º59’32.9”O), às 9h30. Recomendamos a partilha de automóvel, para diminuirmos a pegada ecológica desta atividade.

A aldeia de Covelo do Monte (41º18’00.6”N 7º57’06.5”O) é bastante isolada e o único café da aldeia raramente se encontra aberto, pelo que devem estar preparados para serem auto-suficientes durante a atividade.

No final da caminhada, faremos um pique-nique no Parque de Lazer da Lameira, situado a cerca de 2 kms de Covelo do Monte. Para os mais dependentes de cafeína, há sempre a possibilidade de compensarem a falta na Pousada do Marão, a 1 km do parque da Lameira.

Ficha técnica

  • Distância: 9 km
  • Dificuldade: média, com pouco desnível, mas tecnicamente exigente em alguns segmentos, devido ao piso irregular
  • Duração estimada: 3 a 4 horas
  • Apoios: Junta de Freguesia de Aboadela, Sanche e Várzea e Associação Desportiva de Amarante.

Aperitivo visual