No passado dia 10 de abril, comemorou-se o 16.º aniversário da AVE. Como gostamos de celebrar a efeméride com a nossa comunidade de associados e amigos, convidamo-vos a festejar connosco em Fafe, com a caminhada “Aldeias das Margens do Rio Vizela”, no próximo dia 23 de abril! Ao longo de aproximadamente 15 km, as águas puras e cristalinas dos ribeiros, os bosques de carvalhos e os pequenos campos laboriosamente trabalhados que ladeiam o rio Vizela convidam o caminhante a sonhar.
Adira ao evento da caminhada no Facebook e fique a par de todas as informações até à data do evento.
Não é necessária inscrição na caminhada. Basta aparecer!
Aldeias das Margens do Rio Vizela
O percurso “Aldeias das Margens do Rio Vizela” (PR2 FAF) tem início na aldeia de Lagoa, junto ao santuário da Senhora das Neves, e leva os caminhantes a conhecer várias aldeias situadas ao longo dos primeiros quilómetros do rio Vizela – Gontim, Felgueiras, Pedraído e, claro, Lagoa -, além dos antiquíssimos e interessantes caminhos rurais, por calçadas mais ou menos preservadas, num sobe e desce constante pelas encostas das Serras de Fafe.
Ao longo do percurso deparamo-nos com uma das maiores e mais belas manchas de carvalhal do concelho e das regiões circundantes. Com efelto, na zona de Gontim e Pedraído, ainda somos surpreendidos com uma moldura florestal onde abunda o carvalho-alvarinho (Quercus robur) e, em menor escala, o carvalho-negral (Quercus pyrenaica) e outras arvores caducifólias, exemplos de um coberto vegetal riquíssimo. Nos vales do Vizela e dos seus afluentes, os salgueiros, amieiros, freixos e
choupos associam-se a prados marginais inundados por herbáceas de flores
multicolores e a zonas sombrias atapetadas por musgos e fetos de diversas
espécies, numa amostra da riqueza da flora ribeirinha.
Logística
Pretendemos iniciar a caminhada às 9h30. Estimando uma viagem com duração de 30 minutos a partir de Guimarães, o ponto de encontro terá lugar junto à entrada do campus da Universidade do Minho, em Azurém, às 8h40. Recomendamos a partilha de automóvel, para diminuirmos a pegada ecológica desta atividade.
Durante a caminhada, faremos um pique-nique sensivelmente a meio do percurso. Cada participante deverá levar o seu próprio farnel.
Ficha técnica
- Distância: 15 km
- Dificuldade: média, com alguns segmentos de piso muito irregular
- Duração estimada: 7 a 8 horas
Aperitivo visual
Algumas imagens são da autoria do blog “O Nosso Rasto“.
Tamanho pequeno, entre 10 e 13 cm. Insetívoras, embora no inverno também consumam sementes. Muito acrobáticas, passam a maior parte do tempo no arvoredo. Muitas vezes, observam-se empoleiradas nos pequenos ramos, a alimentar-se de cabeça para baixo. Sobretudo residentes e nidificam em cavidades. Distingue-se dos outros chapins por ter a cabeça preta com uma grande mancha branca nas faces e uma mancha branca na nuca. As partes inferiores do corpo são de um tom acinzentado e as asas têm uma tonalidade olivácea. Quando agitado, pode levantar uma pequena poupa, semelhante a um espigão minúsculo, na parte posterior da coroa. É muito comum observá-lo em pequenos grupos no topo das árvores nos nossos jardins a alimentar-se dos pulgões aí existentes. São por isso considerados auxiliares na agricultura pois ajudam a controlar os ataques dessas pragas das fruteiras e de outras culturas.
De 23 a 25 de Março a ASPEA – Associação Portuguesa de Educação Ambiental – irá promover, no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, as XXIII Jornadas Pedagógicas de Educação Ambiental, subordinadas ao tema “Ecocidadania”.